Bolsonaro e as surpresas da política.

A História é surpreendente.
Meu livro “Collor Presidente. Trinta meses de turbulências, reformas, intrigas e corrupção” é um estudo de história, política e economia, onde também relato o fator surpresa do governo Collor: a entrevista de Pedro Collor à revista Veja mudou a história do Brasil.
Em 30 de dezembro de 1992, Collor renunciou à Presidência.
Qual poderia ser o fator surpresa do governo Bolsonaro?
Fabrício Queiroz e as relações perigosas no gabinete do (então) deputado Flávio Bolsonaro?

Reforma da Previdência: discursos, discursos e mais discursos.

O flerte de Bolsonaro com o autoritarismo. Artigo do Prof. Villa com o Correio Braziliense e Estado de Minas.

Hoje, é muito claro aos principais atores políticos e econômicos, que a crise que vivemos tem nome: Jair Bolsonaro. Ele atua sempre com intuito de aumentar os problemas, amplia a combustão e, parece, satisfeito nesta ação. É como se o seu papel não fosse o de presidente de todos os brasileiros. Insiste em falar e governar para apenas o seu eleitorado. Tem enorme dificuldade de compreender que a eleição já terminou. Não consegue descer do palanque. Uma explicação possível é que não sabe como exercer a presidência, que não se adapta aos rigores e atribuições do cargo – e aos problemas nacionais. Como mecanismo de defesa optou por ignorá-los ou, quando muito, a minimizá-los. Sabe que não está à altura do cargo. Que não é um estadista.

Os vazamentos e a Lava Jato.

Decreto das armas: Bolsonaro perdeu outra vez.

Bolsonaro que é mal assessorado, não sabe que um decreto não derruba uma lei?
Onde estava o ministro da Justiça, Sérgio Moro, para aconselhar o presidente Bolsonaro e lhe avisar que o Decreto das armas é inconstitucional?
O presidente Bolsonaro demonstra não ter lido a Constituição.
Ele viola a Carta Magna toda vez que elogia ditadores como Pinochet e Stroesnner. E quando tem por herói um torturador como Carlos Alberto Brilhante Ustra.
Como se não bastasse, Bolsonaro defendeu o fascismo em sua fala no Rio Grande do Sul, ou seja, a comunicação direta entre o presidente e o povo.

Assista a Live de hoje (19/06/19) com o Prof. Villa: BNDES, Bolsonaro e Moro.

De segunda a sexta às 8:00 horas AO VIVO no YouTube Blog do Villa – Marco Antonio Villa e no Facebook.

BNDES: um playboy na presidência.

Bolsonaro nomeia amigo festeiro de seu filho, Eduardo Bolsonaro, para o maior banco de fomento do Brasil!
Gustavo Montezano de 38 anos, foi condenado a pagar multa de R$ 37,3 mil a um condomínio em que morou em São Paulo, onde arrombou dois portões do edifício.
“Segundo o juiz Guilherme Ferreira da Cruz, as imagens de câmeras de segurança do local mostraram cenas “similares às de um arrastão” e revelaram um “comportamento incivil”. ( Folha de S. Paulo).
Adivinhem quem fazia parte da turma no momneto do arrombamento do portão do prédio?
Eduardo Bolsonaro, o filho do presidente do Brasil.

A que ponto o Brasil chegou?
Onde Bolsonaro está jogando o país?
É inaceitável.
Triste Brasil.

BNDES e a caixa preta.

O que fazer com Bolsonaro?

O Brasil aguarda Moro no Senado.

Defender a Lava Jato não significa apoiar práticas ilegais.

Bolsonaro aderiu ao chavismo.

O fantasma do autoritarismo ronda o Brasil.

Deputado Marcelo Ramos. Presidente da Comissão especial da reforma da Previdência.

A queda de Levy e o silêncio de Guedes.

O porno filósofo ameaça a segurança nacional.

A Câmara assumiu o protagonismo político.