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Ernesto Araújo: o Itamaraty à serviço dos Estados Unidos.

O Exército é entreguista?

O Exército brasileiro especialmente a partir da década de 30 é marcado pelo nacionalismo, criação de empresas estatais , e defesa do subsolo brasileiro.

Em 3 de outubro 1953 deu-se a criação da Petrobras.

Longa luta nacionalista : “O petróleo é nosso”.

Já o governo Bolsonaro é entreguista.

Houve uma associação entre o governo Bolsonaro (entreguista) que é o oposto do Exército brasileiro (nacionalista).

O Exército tem de se afastar do governo entreguista de Bolsonaro e não macular sua farda.

A gloriosa história do Exército é caracterizada pela defesa de nossas fronteiras e interesses nacionais.

O Exército é uma instituição permanente de Estado: o governo passa e o Exército fica.

Quanto mais rápido o Exército brasileiro se afastar do governo Bolsonaro, melhor para o Brasil e para o Exército.

Deu no Deutsche Welle em 8 de abril deste ano:

Bolsonaro quer explorar Amazônia com os Estados Unidos.

“Quando estive agora com Trump, conversei com ele que quero abrir para ele explorar a região amazônica em parceria. Como está, nós vamos perder a Amazônia, aquela área é vital para o mundo”.

Governo Bolsonaro coloca em risco a nossa soberania.

Bolsonaro tem um plano de destruir a estrutura do Estado brasileiro colocando em risco a nossa soberania e a segurança nacional.

O Brasil será deixado em ruínas.

Basta observar as medidads relacionadas ao COAF, Receita Federal, Polícia Federal, ministério da Educação, ministério do Meio Ambiente e das Relações Exteriores.

O sonho final deste projeto de traição e de destruição é a Petrobras!

Esse conjunto de medidas tem uma racionalidade quem vem do pornofilósofo da Virgínia.

Governo entreguista, onde a diplomacia brasileira está a serviço dos Estados Unidos.

Estão fragilizando as relações diplomáticas e comerciais do Brasil com a Europa, China e Argentina.

Os constantes ataques à Europa já estão refletindo negativamente nas exportações do agronegócio.

Live de 20/08/2019 : Bolsonaro, Exército,PGR e a crise econômica.

Live no YouTube (19/08/2019) do Canal “Bolg do Villa – Marco Antonio Villa”.

Live (15/08/2019): Os neofascistas, Bolsonaro, Guedes e o abuso de autoridade.

Bolsonaro envergonha e humilha os brasileiros.

Deu n’O Globo “O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, no Piauí, que “nas próximas eleições vamos varrer essa turma […]

Live (14/08/2019): Bolsonaro, a Argentina e o cenário econômico internacional

Live 13/08/2019: Bolsonaro, Guedes, Argentina.

País estagnado e decepção com a economia.

E agora Paulo Guedes ? A capitalização foi um desastre no Chile.

A âncora da candidatura de Bolsonaro para o mercado era Paulo Guedes.

E para piorar, a estagnação econômica pode ser agravada por conflitos de Bolsonaro com nossos parceiros comerciais como a Argentina e a União Eropéia.

Brasil está se associando aos Estados Unidos com submissão.

Não há política industrial para o país.

O governo não tem projeto econômico para o Brasil e as oposições também nada tem a apresentar.

Enquanto isso a economia internacional deve crescer 3%. Isto significa que o nosso problema é interno.

Não adianta culpar o PT. Com Henrique Meirelles no governo Temer, o Brasil cresceu 1,1%.

Dois senadores pedem para o presidente calar a boca.
Deu no UOL:

“O presidente Jair Bolsonaro pode ajudar na aprovação da reforma da Previdência se ficar calado. Isso foi dito, nos últimos dias, por duas figuras centrais na tramitação do texto no Senado: o relator da proposta, Tasso Jereissati (PSDB-CE), e a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS).”

Bolsonaro fica calado e não responde à Tebet e Jereissati. Pois no momento depende do Senado para a aprovação da indicação de seu filho, Eduardo Bolsonaro como embaixador do Brasil em Washington.

Nepotismo.

Deu na Veja: O presidente Jair Bolsonaro reafirmou sua intenção de indicar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao posto de embaixador nos Estados Unidos. “Pretendo beneficiar um filho meu, sim”, disse Bolsonaro, em sua transmissão semanal ao vivo nas redes sociais. “Se eu puder dar um filé mignon para o meu filho, eu dou, sim”, acrescentou.

Repercussão das prévias eleitorais na Argentina: venceu o candidato peronista Alberto Fernández. Cada vez que Bolsonaro dá uma declaração negativa em relação ao candidato Alberto Fernández, ele desfavorece Mauricio Macri.

Comparação desastrosa de Bolsonaro entre a Argentina e a Venezuela. A Argentina vive em plena liberdade democrática e não é o caso da Venezuela.

Deu no Poder 360 : “Bolsonaro fala em ‘invasão’ argentina caso ‘esquerdalha’ vença eleição. E acrescenta: “A turma da Cristina Kirchner, que é a mesma de Dilma Rousseff, que é a mesma de Maduro, Chávez e Fidel Castro, deram sinal de vida aqui. Povo gaúcho, se essa esquerdalha voltar aqui na Argentina, poderemos ter, sim, no Rio Grande do Sul 1 novo Estado de Roraima”, disse, em referência aos refugiados que entram no Norte do Brasil por causa da crise na Venezuela.

Declaração de Alberto Fernández deixa claro que ele não é da “turma” do Maduro como acredita Bolsonaro.
Deu n’O Globo: “Candidato da oposição argentina acusa Maduro de liderar um ‘regime autoritário’.
Fernández menciona relatório da ONU sobre violações dos direitos humanos e diz que líder venezuelano não garante recuperação da institucionalidade.
Para sustentar sua afirmação, Fernández mencionou o recente relatório elaborado pela ONU e apresentado por sua alta representante em matéria de Direitos Humanos, a ex-presidente socialista do Chile Michelle Bachelet (2006-2010 e 2014-2018).
— É preciso recompor a institucionalidade na Venezuela e Maduro não a garante. Agora, a solução para a Venezuela não é correr atrás de (Donald) Trump — declarou Fernández.

Bolsonaro volta a falar de “cocô”.

Vulgaridades de Bolsonaro sobre o meio ambiente, ultrapassam todos os limites: Deu na Folha : “Cocozinho petrificado de índio barra licenciamento de obras, diz Bolsonaro. Presidente voltou a falar em cocô em evento oficial e repetiu recomendação para cagar menos”.
Deu na Folha :”Quanto mais calado Bolsonaro ficar, mais fácil se aprova a Previdência’, diz Tasso Jereissati. Relator da reforma no Senado vê tendência autoritária no presidente e diz que indicação de Eduardo para os EUA pode contaminar o cenário.”