Categoria: Folha de S. Paulo

Meu artigo publicado em 2009 na Folha de S.Paulo : “Saudades do barão”.

Tivemos o caso das refinarias da Petrobras na Bolívia, que foram tomadas abusivamente pelo governo local. Tivemos a insistência paraguaia impondo a revisão do tratado de Itaipu 15 anos antes do seu término. Tivemos as sucessivas violações do tratado do Mercosul realizadas pela Argentina e as abusivas medidas adotadas pelo governo equatoriano contra empresa brasileira.
A tudo isso o governo Lula assistiu passivamente. Não moveu um dedo.
O presidente Lula transformou o Itamaraty em uma espécie de Íbis, clube de futebol pernambucano celebrizado pelo número de derrotas.

É uma vergonha livro de cabeceira de Bolsonaro ser do torturador Ustra.

Para Bolsonaro, futuro presidente da República, ter como livro de cabeceira o panfleto do torturador, Carlos Alberto Brilhante Ustra é uma vergonha para um pais democrático como o Brasil.
Em pleno regime petista, eu, Marco Antonio Villa, enfrentei em muitos momentos o PT. Enquanto isso, Bolsonaro até aprovava projetos petistas na Câmara.
Enfrentei a versão consagrada até nos livros didáticos de que a a luta armada conduziu à democracia. No artigo “Falácias da luta armada” publicado na Folha de S. Paulo em 19 de maio de 2008 (!!) demonstro que não se sustentava a tese de o terrorismo é que liderou o processo de democratização. Ao mesmo tempo demostrei que isto não significava, em momento algum, referendar as ações terroristas de Estado, os torturadores e seus centros de repressão. No artigo estava claro que tanto a esquerda (que queria transformar o Brasil em uma URSS, Cuba ou China) e a extrema -direita odiavam o regime democrático. Torturadores e terroristas são faces da mesma moeda.