Categoria: Istoé

Meu artigo na Istoé: “O Brasil pós-Bolsonaro”.

A reconstrução terá de ser realizada olhando para os mais afetados pela crise. O Brasil pós-pandemia estará mais pobre do que antes da chegada do coronavirus. Vai piorar não só o produto interno bruto — a recessão poderá chegar, de acordo com o FMI, a 9% — como os índices de empregabilidade, de concentração de renda. A massa salarial vai ser brutalmente reduzida. Milhares de empresas vão fechar. Somos, hoje, um Estado-pária na comunidade internacional. Ao isolamento político já está sendo agregado o componente econômico.

Capa da Istoé: “O delírio da cloroquina. A droga do presidente.”

Capa da Istoé: “Desacreditada no mundo inteiro, abandonada pela OMS, banida nos EUA, a hidroxicloroquina vira o grande problema de […]

Adeus, Bolsonaro.

Neste cenário de horrores, Bolsonaro estimulou nos últimos meses um confronto permanente com as instituições e a Constituição.
Se a imagem externa do Brasil já estava arranhada, os últimos acontecimentos apresentaram ao mundo um país que, além de agir pessimamente em relação à pandemia, ao meio ambiente e aos direitos humanos, tem na Presidência da República um cidadão envolvido, segundo as denúncias, com o crime organizado.

Capa Istoé: “As ramificações do Laranjal de Flávio Bolsonaro”.

Como se estende e ate onde o filho do presidente teria se beneficiado do esquema criminoso das rachadinhas. Montado por ele, e que envolveu milicianos.O laranjal inclui acusações de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e improbidade administrativa.

Bolsonaro caminha para o golpe.

Jair Bolsonaro joga com a crise.Faz com que tenha de explicitar sistematicamente seu desapreço em relação à institucionalidade e apontar para o único caminho que resta: o golpe de Estado. Todas suas ações estão voltadas a este objetivo. Como disse um dos seus filhos: só resta definir a data.

Prof. Villa na Istoé: “A agonia do governo Bolsonaro.”

O mercado não via em Bolsonaro alguém com um projeto próprio de poder. Era encarado como um boquirroto, tosco, ignorante.

Mas a chegada do coronavirus mudou este quadro. Mesmo sem oposição de fato, e graças à ação desastrada e desumana, Bolsonaro acabou se transformando mundialmente no símbolo maior da incompetência no enfrentamento do covid-19, inclusive colocando em risco as bases da economia brasileira e, por sua vez, prejudicando o mercado. Não há especulador que resista a uma recessão de -7%/-8% e a possibilidade de um lustro de crescimento medíocre derrubando a renda per capita e o índice de desenvolvimento humano. Isto porque a somatória da piora sucessiva da distribuição de renda com o aumento da miséria pode se transformar, em curto prazo, em combustão para uma explosão social em escala nunca vista no Brasil.

Prof. Villa na Istoé: “O suicídio de uma nação?”

O Brasil passa pela crise mais grave da história republicana. Não há nada que se compare ao desastre representado pelo […]

Deu na capa da Istoé: “O QUE PENSAM OS MILITARES?

Deu na capa da Istoé: “O QUE PENSAM OS MILITARES? O clima na caserma subiu ao ponto máximo com a […]

Capa da Istoé. “E daí?

Capa da Istoé.
“E daí?
Lamento quer que eu faça o que ?
Eu sou Messias, mas não faço milagre”
Jair Messias Bolsonaro presidente da República.
“500 óbitos média diária.
Para que serve um presidente que não lidera, não oferece soluções e coloca a culpa nos outros? Ele deveria ser condenado como genocida nos tribunais internacionais.
O Brasil ultrapassa o número de 80 mil infectados e se converte no país que mais contamina em todo o mundo. Fruto da irresponsabilidade de um chefe de Estado que nada faz e incita a quebra do isolamento.” 

Prof. Villa na Istoé. Crise: a solução está no STF

Quanto mais cedo Bolsonaro for expelido da Presidência, melhor para o Brasil. Os caminhos constitucionais são os únicos para solucionar esta crise e romper o impasse. Não faltam crimes atribuídos a ação antirrepublicana do chefe do Executivo federal. Somente Sérgio Moro, seu ex-ministro da Justiça, denunciou meia dúzia de delitos. O inquérito que está no STF, sob responsabilidade do ministro Celso de Mello, poderá ser um instrumento para que, legalmente, e seguindo todos os preceitos jurídicos, a crise encontre um atalho e encurte o caminho do sofrimento nacional.