Categoria: Istoé

Prof. Villa na Istoé: “A agonia do governo Bolsonaro.”

O mercado não via em Bolsonaro alguém com um projeto próprio de poder. Era encarado como um boquirroto, tosco, ignorante.

Mas a chegada do coronavirus mudou este quadro. Mesmo sem oposição de fato, e graças à ação desastrada e desumana, Bolsonaro acabou se transformando mundialmente no símbolo maior da incompetência no enfrentamento do covid-19, inclusive colocando em risco as bases da economia brasileira e, por sua vez, prejudicando o mercado. Não há especulador que resista a uma recessão de -7%/-8% e a possibilidade de um lustro de crescimento medíocre derrubando a renda per capita e o índice de desenvolvimento humano. Isto porque a somatória da piora sucessiva da distribuição de renda com o aumento da miséria pode se transformar, em curto prazo, em combustão para uma explosão social em escala nunca vista no Brasil.

Prof. Villa na Istoé: “O suicídio de uma nação?”

O Brasil passa pela crise mais grave da história republicana. Não há nada que se compare ao desastre representado pelo […]

Deu na capa da Istoé: “O QUE PENSAM OS MILITARES?

Deu na capa da Istoé: “O QUE PENSAM OS MILITARES? O clima na caserma subiu ao ponto máximo com a […]

Capa da Istoé. “E daí?

Capa da Istoé.
“E daí?
Lamento quer que eu faça o que ?
Eu sou Messias, mas não faço milagre”
Jair Messias Bolsonaro presidente da República.
“500 óbitos média diária.
Para que serve um presidente que não lidera, não oferece soluções e coloca a culpa nos outros? Ele deveria ser condenado como genocida nos tribunais internacionais.
O Brasil ultrapassa o número de 80 mil infectados e se converte no país que mais contamina em todo o mundo. Fruto da irresponsabilidade de um chefe de Estado que nada faz e incita a quebra do isolamento.” 

Prof. Villa na Istoé. Crise: a solução está no STF

Quanto mais cedo Bolsonaro for expelido da Presidência, melhor para o Brasil. Os caminhos constitucionais são os únicos para solucionar esta crise e romper o impasse. Não faltam crimes atribuídos a ação antirrepublicana do chefe do Executivo federal. Somente Sérgio Moro, seu ex-ministro da Justiça, denunciou meia dúzia de delitos. O inquérito que está no STF, sob responsabilidade do ministro Celso de Mello, poderá ser um instrumento para que, legalmente, e seguindo todos os preceitos jurídicos, a crise encontre um atalho e encurte o caminho do sofrimento nacional.

Em sua demissão, Moro acusa Bolsonaro de vários crimes.

Depois das revelações de Moro, resta a Bolsonaro dois caminhos: a renúncia ou tentar resistir (solitariamente, sem bases políticas e sociais) a um processo de impeachment. O Brasil não pode suportar a possibilidade de, até 31 de dezembro de 2021, ter à frente do Executivo Federal alguém acusado de vários crimes contra a República.

Capa da Istoé

“Ministros do STF, cúpula do Congresso e até militares de alta patente reagem aos devaneios do presidente Bolsonaro, que perde […]

O coronavírus acordou o Brasil.

Foi necessário o coronavírus para o gigante acordar. Agora a tarefa é impedir que o desastre se espalhe. Infelizmente teremos de conviver com milhares de mortos e com a recessão econômica, mas podemos evitar males maiores se nos unirmos. As autoridades da saúde pública estão trabalhando bem e a maioria dos governadores estão seriamente comprometidos em minimizar os terríveis efeitos econômicos. A população entendeu que juntos podemos muito. Vamos sair maiores da crise do que entramos. Mas temos uma tarefa essencial a cumprir: Bolsonaro não pode continuar na Presidência da República.

Capa da Istoé: “O incapaz e a crise”.

Capa da Revista ISTOÉ: ” O presidente Bolsonaro dá show de loucuras e de falta de liderança. Menospreza a pandemia, atribui […]

Bolsonaro: o começo do fim?

Jair Bolsonaro é uma ameaça concreta ao Brasil, às nossas instituições, à recuperação econômica e, agora, à saúde pública. É necessário urgentemente algum tipo de ação legal para que esta escalada seja interrompida. Nos últimos três meses, Bolsonaro atacou sistematicamente os valores consubstanciados na Constituição de 1988. Ora era a liberdade de imprensa e a virulência verbal e covarde contra as jornalistas, ora ao transformar um torturador, responsável durante quatro anos pelo DOI-CODI de São Paulo, onde dezenas e dezenas de brasileiros foram torturados e assassinados, em herói nacional. E ainda apoia declarações reacionárias dos seus ministros, especialmente o da Educação. Mas nos últimos dias ultrapassou todos os limites legais, Ele apoiou e participou de uma manifestação claramente golpista recheada de cartazes pedindo o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal e a instalação de uma ditadura militar. E mais: colocou em risco as dezenas de pessoas com quem teve contato, descumprindo as determinações do seu próprio ministro da Saúde e sinalizando para a população que as medidas preventivas são exageradas, favorecendo a expansão de um surto com gravíssimas repercussões no campo da saúde pública e com efeitos terríveis na economia.