Categoria: Istoé

Meu artigo na Istoé: Bolsonaro conspira contra a saúde pública

Como esperado — infelizmente — Jair Bolsonaro está partindo para o confronto aberto com os brasileiros. É inaceitável o que […]

Meu artigo na Istoé: “O projeto golpista de Bolsonaro.”

Jair Bolsonaro caminha para tentar um golpe de Estado. Faz parte da sua concepção política. É um nazifascista. Não consegue […]

Meu artigo na Istoé: “Fora Bolsonaro!”

O impeachment de Jair Bolsonaro entrou na ordem do dia. Não é mais possível ignorar que o impedimento do presidente […]

Meu artigo na Istoé: A derrota da barbárie bolsonarista.

A derrota eleitoral do bolsonarismo — usando o “ismo” de forma bem condescendente — é fundamental para que o Brasil […]

Meu artigo na Istoé: O Brasil não suporta mais Bolsonaro.

  A irresponsabilidade política de Jair Bolsonaro permanece como a principal marca do seu caótico governo. Não há plano, quiçá […]

Meu artigo na Istoé: “Aprender com 1930.”

Tivemos, no Brasil, o momento mais complexo deste século. Há uma junção de crises: econômica, política, sanitária e de valores. […]

Meu artigo na Istoé: “Bolsonaro e a elite rastaquera.”

  Entre tantos desastres do governo Jair Bolsonaro, um deles deve ser louvado. Permitiu que o ultra-reacionarismo de frações da […]

“Quando novembro chegar.”

O Brasil está sem governo. A bagunça operacional e organizacional da presidência sob Jair Bolsonaro é evidente. Não há planos, […]

Meu artigo na Istoé: “Bolsonaro e a conexão Rio-Brasília.”

É inegável que a estrutura estatal fluminense foi tomada por diversas organizações criminosas — e de vários matizes, tanto no campo ideológico, como também de origem, algumas vindo da política, outras do mundo do sagrado e, finalmente, àquelas que não esconderam sua matriz criminosa, como a dos milicianos.
Esta nefasta forma de exercício da política teve no Rio de Janeiro a sua mais perfeita tradução. O pior é que acabou sendo exportada para outros estados e, inclusive, chegou ao governo federal. Tem hoje no Palácio do Planalto a sua melhor criação, Jair Bolsonaro. Em outras épocas da nossa República seria inexequível imaginar um indivíduo — prefiro não o chamar de cidadão, porque aí teríamos de pensar o conceito que foi moldado em França a partir de 1789 — como Bolsonaro na chefia do Executivo federal. Todavia, a desmoralização da política como espaço privilegiado da pólis, conduziu a um processo de tomada do aparelho de Estado por interesses vinculados à marginalidade — no sentido sociológico. Deu no que estamos vivendo. A tarefa, hoje, é de retomar o Estado e reconstitucionalizar o Brasil.

Bolsonaro é a velha barbárie brasileira.

Meu artigo na Istoé. Um dos desafios da atual política brasileira é definir e compreender, no sentido histórico, o governo […]