Categoria: Istoé

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “O Itamaraty deve servir ao Brasil.”

O Brasil precisa de uma política externa. Não a do PT que alinhou o nosso país ao que há de pior no mundo. Não custa recordar que durante os treze longos anos do reinado petista, o Itamaraty acabou se transformando em um puxadinho dos interesses partidários do PT. Foi uma guinada à esquerda. E à serviço dos interesses do partido-mãe do petrolão. Na América Latina, Cuba foi privilegiada. Recebeu generosos empréstimos do BNDES e foi defendida em vários fóruns internacionais pela nossa diplomacia. Os países bolivarianos acabaram sendo tratados como aliados preferenciais. Bolívia pode encampar refinaria da Petrobras pagando indenização simbólica. A Venezuela foi considerada aliada preferencial. Foram estabelecidos acordos de cooperação que não acabaram descumpridos, empréstimos não foram pagos e a ditadura chavista encontrou no Brasil um fiel aliado. Não é possível esquecer o episódio de Honduras e a invasão da nossa embaixada por Zelaya, uma espécie de Cantinflas da política do século XXI. Também vale recordar o apoio entusiástico de Lula às FARC, grupo terrorista colombiano.

Desafios para Bolsonaro.

O presidente eleito necessita apresentar uma mensagem de serenidade, equilíbrio e paz. Mostrar que a eleição já passou. Que agora pretende ser presidente de todos os brasileiros. Não será tarefa fácil. Com a personalidade que tem, acrescido dos assessores e filhos destemperados, o cenário é de que a cada semana haverá uma crise para ser debelada. E com reflexos negativos na relação entre os poderes e uma sinalização desfavorável para o mercado. Tudo isso muito antes da posse, a 1º de janeiro de 2019.

Artigo do Prof. Villa na Istoé:”A grande derrota da velha política.”

É patente que o eleitor referendou as ações moralizadoras da Lava Jato. Boa parte dos políticos envolvidos com os escândalos de corrupção foram derrotados, especialmente nos estados onde há vida política, ou seja, onde a sociedade civil é independente, onde o voto é realmente livre. Nesses locais foi dito de forma clara um sim à Lava Jato e, principalmente, ao juiz Sérgio Moro.

A eleição do medo.

O Brasil está com medo. Há um sentimento de angústia, de que o País deve passar momentos de muita tensão e com resultados imprevistos. Isso independentemente de quem vença a eleição. A frustração é evidente. Imaginava-se que o processo eleitoral iria abrir caminho para a solução da mais grave crise política do Brasil republicano. Ledo engano. O processo eleitoral vai aprofundar a instabilidade. Nada indica, por exemplo, que haverá alguma mudança no Congresso Nacional. Muito pelo contrário.

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “A culpa é da democracia. Será?”

O Estado democrático de Direito se transformou, por mais estranho que pareça, em uma trincheira onde se abrigam os adversários da República. E são muito bem protegidos. Pagam seus protetores com uma parte do quinhão desviado do Erário.

Artigo do Prof. Villa na Istoé:”A crise mais grave da República.”

Enquanto não for resolvida a crise política, o Brasil permanecerá estagnado. Viverá, no máximo, de pequenos surtos de crescimento para depois retornar à recessão. É a política que determina a economia — e não o inverso. Sendo assim, é uma ilusão imaginar que a conjuntura mais tensa que vivemos no último século será enfrentada — e solucionada — pelas urnas a 7 de outubro. Falácia, pura falácia. Nada indica que o Congresso Nacional deve melhorar a forma de representação popular. Pelo contrário, a tendência é de que os velhos caciques estarão de volta ao Senado e à Câmara dos Deputados acompanhados da quadrilha oligárquica de seus estados.

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “Lula é apenas um presodenciável.”

Lula organizou o maior esquema de corrupção da história. Teve como princípio não ter princípio. Cooptou por meio do uso de recursos públicos grande parte da elite política e econômica. Elegeu duas vezes Dilma Rousseff. Graças à Lava Jato acabou na cadeia. Deve por lá permanecer. Hoje é um presodenciável, nada mais.

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “A teocracia tupiniquim.”

A indissociação da esfera religiosa com a esfera pública é um grande salto para atrás. Interromper esse processo é fundamental para a democracia. Isso — é importante ressaltar — não significa qualquer tipo de desqualificação religiosa. Pelo contrário. Preserva as religiões e o laicismo estatal. Esse é um dos desafios que o Brasil terá de enfrentar.

Política externa de gente grande.

Um passo positivo foi ter abandonado a relação de amizade e aliança com os países bolivarianos. Mas só isso não basta.

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “Estatais à serviço do Brasil”.

Marco Antonio Villa A greve dos caminhoneiros recolocou a questão da privatização da Petrobras e — por tabela — de […]