Categoria: Jovem Pan

É uma vergonha livro de cabeceira de Bolsonaro ser do torturador Ustra.

Para Bolsonaro, futuro presidente da República, ter como livro de cabeceira o panfleto do torturador, Carlos Alberto Brilhante Ustra é uma vergonha para um pais democrático como o Brasil.
Em pleno regime petista, eu, Marco Antonio Villa, enfrentei em muitos momentos o PT. Enquanto isso, Bolsonaro até aprovava projetos petistas na Câmara.
Enfrentei a versão consagrada até nos livros didáticos de que a a luta armada conduziu à democracia. No artigo “Falácias da luta armada” publicado na Folha de S. Paulo em 19 de maio de 2008 (!!) demonstro que não se sustentava a tese de o terrorismo é que liderou o processo de democratização. Ao mesmo tempo demostrei que isto não significava, em momento algum, referendar as ações terroristas de Estado, os torturadores e seus centros de repressão. No artigo estava claro que tanto a esquerda (que queria transformar o Brasil em uma URSS, Cuba ou China) e a extrema -direita odiavam o regime democrático. Torturadores e terroristas são faces da mesma moeda.

Onde estava o general Eliéser Girão, quando o PT estava no poder?

Nem mesmo a ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas, prendeu ministro do Supremo.
Para um ministro do Supremo ser “impechado”, necessita da aprovação de 2/3 do Senado, como determina a Carta Magna.
Rasgar a Constituição e prender sem julgamento é pratica difusa na Venezuela chavista.
Se o general Eliéser Girão quer prender ministros, então que vá para a Venezuela!

Bolsonaro é o novo Presidente.

Surgem várias perguntas acerca do novo governo:
– Os ministérios serão reduzidos a 15?
– O Ministério da Fazenda e Planejamento serão unidos em um só ministério?
– Quem fará parte da equipe econômica de Paulo Guedes?
– A relação do Executivo com o Congresso será da velha politica do “é dando que se recebe”? Ou será inovadora e moralizadora?
– E a participação dos militares, como será? O Exército é uma instituição permanente de Estado e o governo é transitório. Haverá algum tipo de tensão?
– A primeira prova da relação entre o Executivo e o Congresso se dará em 1° de fevereiro com as eleições para as mesas diretoras do Senado e da Câmara – dos Deputados.
– O Executivo terá maioria para aprovar as mudanças necessárias?

PT se arrepende por não ter criado Estado nos moldes bolivarianos no Brasil.

Segundo a Direção Nacional do PT, o erro do partido, nos 13 anos de poder, foi não ter controlado a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, o Exército, o Itamaraty e a imprensa.

O verdadeiro Jaiminho Haddad é o do Programa do PT.

Não adianta mudar a cor da propaganda para verde e amarelo.
O PT quer transformar o Brasil em uma Venezuela.
Programa do PT:
Economia: Recessão de 2014 até 2016, segundo o PT, é culpa do “golpe”. Volta à “nova matriz econômica” que produziu 13 milhões de desempregados.
Educação: Ações massificadas de educação a partir da perspectiva “não-sexista, não racista e não-LGBTI fóbica.”
Segurança : Vai enfrentar “o encarceramento em massa, sobretudo o da juventude negra e da periferia.”
Drogas: Aspectos positivos da descriminalização e comercialização das drogas.
Para ler o “Programa de Governo do PT” :

Mercado financeiro se empolga com Bolsonaro.

Caso Bolsonaro vença as eleições, como já disse, o dólar cai e a bolsa sobe.
Esta empolgação durará nos meses de novembro, dezembro, janeiro e até fevereiro, no máximo.
As tensões no Congresso se intensificarão entre março e abril em vista das aprovações das reformas.
A partir de então haverá, como esperado, oscilações no mercado financeiro.

Lula é o grande derrotado das eleições.

Estas eleições se caracterizam pelo voto “anti” PT e Lula.
Lula insistiu na sua ilegal candidatura, que ia de encontro à “Lei da Ficha Limpa”.
O presidiário Lula demorou para posicionar o “poste” Jaiminho Haddad como candidato do PT.
Haddad continua agir como “poste” em suas visitas à Lula para consultar o seu “oráculo.

Precisamos libertar o nordestino do domínio do coronelismo.

O indivíduo não é cidadão quando está sob o domínio coronelístico, isto porque não tem liberdade de voto.
O Programa de Renda Mínima é fundamental para estas pessoas saírem da miséria e ajudar a circulação monetária em pequenos municípios e seu comércio local.
Um programa sério para o semi – árido brasileiro faria com que as pessoas conseguissem ao longo dos anos autonomia econômica para não mais precisarem do “Bolsa Família”. Além, é claro, de instrumentos de controle que afastem o coronel da distribuição dos cartões do programa.

Dilma derrotada em Minas Gerais.

A liderança de Dilma nas pesquisas era incompreensível.
O mais importante da grande lição que os mineiros deram a Dilma foi a de destruir a narrativa petista de que o impeachment da ex-presidente teria sido um golpe.

Bolsonaro teve quase o dobro de votos de Haddad no 1° turno.

No 2° turno teremos debates, sabatinas e entrevistas.
Confira exemplos históricos que demonstram que o 2° turno é uma nova eleição.