Bolsonaro e o indulto de criminosos.

Qual será a posição de Moro em relação ao indulto anunciado por Bolsonaro?

Protestos se intensificam em Hong Kong: a convivência da ditadura e do crescimento econômico.

Como é possível conviverem crescimento econômico, acesso à informação e ditadura?
Quando a democracia na China será possível?

Bolsonaro e suas fake news. Live 03/09/2019.

Cortina de fumaça “1” do impatriótico Bolsonaro.

O mesmo presidente que convida a população a vestir verde e amarelo no dia sete de setembro, declarou querer o filho Eduardo Bolsonaro, como embaixador nos Estados Unidos para entregar a mineração de terras ianomâmis aos americanos.
No seu antinacionalismo, Bolsonaro é seletivo: Estados Unidos na frente.
Bolsonaro é impatriótico e não tem autoridade moral para falar em nacionalismo.

Cortina de fumaça “2” de Jair Messias: a grande mídia.

Ele critica a “grande mídia” mas se une cada vez mais a Edir Macedo, o pastor da Rede Record.

Cortina de fumaça “3” : fakes x dados oficiais.

Segundo entrevista de Jair Messias, com os militares o Brasil era melhor. Elogios feitos por Jair Messias aos militares, o mesmo que saiu com desonra do Exército e foi preso por indisciplina (1986), promotor de atentados terroristas (1987), vide o livro de Maklouf.
Sem base histórica nos fatos e nos índices econômicos, Jair Messias, generaliza e diz que governo militar foi “10” na economia.
Chega de fake, vamos aos dados oficiais.
De 1968 até 1973 milagre econômico, que pode com certa benevolência ser estendido até 1978.
O governo Figueiredo entregou o país aos civis com 201% de inflação e uma dívida externa de US$ 105 bilhões.
Jair Messias, com os militares era melhor mesmo?!
Portanto fica cada vez mais comprovado que Bolsonaro é atraído como Lula, pela mentira.
Como no caso das acusações feitas pelo presidente às ONG’s na Amazônia.
Mentir para um presidente em outros países é caso de impeachment.
Isto explica a irritação de Jair Messias  com a derrubada de seu veto em relação às fake news. Agora quem divulgar fake news com objetivo eleitoral terá pena de dois a oito anos de reclusão.
Deu na Exame:
“Tudo acontece após o Congresso Nacional derrubar, na última quarta-feira, o veto do presidente Jair Bolsonaro à criminalização da divulgação de notícias falsas. A lei aprovada pelos parlamentares alterou o Código Eleitoral, definindo o crime de “denunciação caluniosa com finalidade eleitoral. Com as novas regras, a pena para quem divulgar notícias falsas com objetivo eleitoral é de dois a oito anos de reclusão. Pessoas que compartilharem notícias falsas tendo conhecimento da inocência do atingido ou com finalidade eleitoral também estarão sujeitas à mesma pena de quem fabricar as fake news.
As vulgaridades de Bolsonaro continuam e as analogias são de deixar qualquer brasileiro envergonhado do Jair Messias.
O momento mais baixo da história brasileira. Consegue ser mais baixo que Lula, envergonhando a presidência da República.

Bolsonaro o liberal, e Paulo Guedes querem criar mais impostos para os brasileiros.

Vem aí a nova CPMF com alíquota 3 x maior que a antiga versão.
Na campanha se dizia liberal e agora cria mais impostos.

Trump comemora.

750 milhões de litros de etanol por ano produzidos nos Estados Unidos vão entrar sem nenhum imposto no Brasil: Bolsonaro se transforma em cabo eleitoral da reeleição de Trump.
E para o Brasil, o Trump não deu nenhum contrapartida, ou seja os produtos brasileiros continuam a  ser taxados.
Este é o impatriótico Bolsonaro: mais impostos para os brasileiros e para Trump nenhum imposto.

Liberalismo e crise.

Na Argentina o liberalismo de Macri está acabando com a economia de seu país.
E Paulo Guedes que foi alçado como gênio, o que fará no Brasil?

Indulto de Jair Messias humilha Moro.

A tendência é o “ruim e péssimo” continuarem subindo na avaliação do governo Jair Messias.
Indulto do Bolsonaro é contra a Constituição e a moralidade.
E o ministro da Justiça, Sérgio Moro?
Silêncio?
Ou está será a última humilhação de Bolsonaro para Moro?

Bolsonaro se alimenta de conflitos, fake news e cortinas de fumaça que confundem a população das suas reais intenções antipatrióticas.
O sonho do presidente Jair Messias é entregar a Petrobras.
Ao invés de moralizar a empresa e valorizar os cientistas brasileiros que desenvolveram a tecnologia do pré sal, o “liberal” que se diz patriota, quer acabar com o Estado democrático de Direito.

Bolsonaro usa nacionalismo para mascarar entreguismo das reservas indígenas para mineradoras americanas.

Entreguismo e nepotismo.

O próprio presidente afirmou que seu filho, Eduardo Bolsonaro, como embaixador em Washington facilitaria a entrega das terras das reservas indígenas ianomâmis para as mineradoras americanas.
Bolsonaro é seletivo na hora de entregar o Brasil: ele prefere os Estados Unidos.
A política entreguista e antinacionalista de Bolsonaro entra em atrito com a tradição nacionalista do Exército brasileiro.
O presidente foi o mentor intelectual das queimadas na Amazônia: desqualificou INPE, IBAMA e ONG’s.
“O Brasil conseguiu ao longo deste século construir uma imagem – com base em ações eficazes – positiva sobre a exploração da Amazônia. Não foi tarefa fácil. Contudo, em apenas alguns dias Jair Bolsonaro jogou tudo abaixo. Desconsiderou o trabalho científico na região, atacou o INPE – instituição científica de reconhecimento internacional -, desprezou a ação do IBAMA, transformou as ONGs que atuam na Amazônia em instrumentos de interesses estrangeiros (e responsáveis pelas queimadas!!), recusou a receber os recursos da Fundo Amazônia e incentivou a ocupação das terras indígenas por mineradores. Foi a maior ofensiva contra a Amazônia neste século. Não apresentou nenhuma prova sobre quaisquer das acusações. Usou e abusou de fake news. Transformou o nosso país em uma ameaça ao meio ambiente mundial ao associar o Brasil à devastação da Amazônia. Não se sabe quando deverá terminar a crise. Tudo indica que o período mais turbulento deva estar próximo do fim. Mas o dano à nossa imagem é irreparável.” Marco Antonio Villa.

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Os desatinos de Bolsonaro. 

O Brasil conseguiu ao longo deste século construir uma imagem – com base em ações eficazes – positiva sobre a exploração da Amazônia. Não foi tarefa fácil. Contudo, em apenas alguns dias Jair Bolsonaro jogou tudo abaixo. Desconsiderou o trabalho científico na região, atacou o INPE – instituição científica de reconhecimento internacional -, desprezou a ação do IBAMA, transformou as ONGs que atuam na Amazônia em instrumentos de interesses estrangeiros (e responsáveis pelas queimadas!!), recusou a receber os recursos da Fundo Amazônia e incentivou a ocupação das terras indígenas por mineradores. Foi a maior ofensiva contra a Amazônia neste século. Não apresentou nenhuma prova sobre quaisquer das acusações. Usou e abusou de fake news. Transformou o nosso país em uma ameaça ao meio ambiente mundial ao associar o Brasil à devastação da Amazônia. Não se sabe quando deverá terminar a crise. Tudo indica que o período mais turbulento deva estar próximo do fim. Mas o dano à nossa imagem é irreparável.

Economia apresenta sinais de crise.

Paulo Guedes e a crise.

O ministro da Economia foi apresentado como um brilhante economista sem ter participado nos últimos trinta anos do debate político e econômico brasileiro.

A equipe econômica apesar das expectativas, é muito ruim:

Disparada do dólar: maior valor de 2019.
Venda de produtos brasileiros para a Argentina caiu em 40 %  no mês de agosto e ainda para “ajudar” Bolsonaro se refere ao virtual futuro presidente argentino , Alberto Fernández, de bandido.
Queimadas na Amazônia e os reflexos negativos na economia brasileira:  a rejeição de nossos produtos no agronegócio na Europa e nos Estados Unidos.
gestão política, social e econômica desastrosa do governo de Jair Messias Bolsonaro.
Confira o comentário do historiador Marco Antonio Villa sobre a crise econômica no governo Bolsonaro.

O historiador Marco Antonio Villa está diariamente das 7h às 8h no “Jornal Primeira Hora” da Rádio Bandeirantes 92.1 FM/90.9 FM e 840 AM.

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Aumenta impopularidade de Bolsonaro.

mais impopular no primeiro mandato de governo.

Fatores: crise diplomática, nepotismo, frases desastrosas, vulgaridade, falta de decoro, crise econômica.

Deu no Datafolha:

“Maioria discorda de frases de Bolsonaro sobre Nordeste, filhos e cocô, diz Datafolha

Levantamento aponta que 70% discordam de declaração do presidente sobre beneficiar filho com indicação de embaixador.”

Tendência em aumentar a curva de desaprovação.

Aprovação entre os mais ricos também caiu.

Bolsonaro tende a radicalizar a ação autoritária.

Datafolha: analisando politicamente a pesquisa, a desaprovação cresce e a aprovação do governo Bolsonaro continua em queda livre.

Esta tendência irá provocar um isolamento do presidente e aí ele tentará  ocupar mais espaço na mídia com seu discurso autoritário neofascista o que trará um diminuição do seu apoio político.

Bolsonaro começa a perder apoio de setores empresariais e da elite política, inviabilizando cada vez mais a sua própria gestão.

Teremos um Natal de grande tensão.

Confira o comentário do historiador Marco Antonio Villa sobre a pesquisa Datafolha e o governo Bolsonaro.

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Maioria discorda de Bolsonaro, reprovação do Governo e piora da economia. Live de 02/09/2019.

O Brasil e o Estado laico.
Bolsonaro é ungido no suposto templo de Salomão com pastor que aproveita para atacar a liberdade de imprensa e que é empresário da “grande mídia”.

Em seguida, o presidente foi assistir jogo de futebol com outro empresário também dono de emissora da “grande mídia”.

Bolsonaro é seletivo quando se trata de “grande mídia” e “liberdade” de imprensa.

Bolsonaro diz que vai até de cadeira de rodas na ONU, como se isto fosse ato de heroísmo.
Isto tudo depois de ter sido o mentor intelectual das queimadas na Amazônia, desacreditando o INPE e acusando sem provas as ONG’s.

O governo Bolsonaro queima rapidamente seu capital político.

As pessoas começam a ter vergonha da vulgaridade, da preguiça, falta de cultura, decoro e preparo para o cargo de presidente:

queda da popularidade
queima do capital político: aprovou PEC da previdência graças ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
diminuiu sua base política
discursos tenebrosos de História, como dizer que o nazismo é de esquerda.
a aliança com os Estados Unidos não é aliança e sim submissão.
Problemas no Oriente Médio
Amazônia: queimadas, discussões com Macron, descaso na ajuda internacional às queimadas e a negativa de produtos brasileiros por parte de empresários estrangeiros devido ao desrespeito com o meio ambiente.
Paraguai e Itaipu – a imprensa paraguaia continua investigando a empresa Leros, Alexandre Giordano e a família Bolsonaro
problemas com a Argentina : chamou o virtual presidente da Argentina de bandido.
A visita de Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos foi patética.
Não causará estranheza se a desaprovação de Bolsonaro no final do ano chegar a 50%.

E assim Jair Messias Bolsonaro falará cada vez mais para cada vez menos eleitores, radicalizando seu discurso de extrema direita.

Confira os comentários do Prof. Villa sobre as principais notícias do dia e a queda livre da popularidade do governo de Jair Messias Bolsonaro.

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Hoje 31/08 estarei no Jornal da Cultura às 21:15.

Lula agora diz defender a Lava Jato.

O Brasil precisa saber quem foram os responsáveis pelo atentado do Riocentro.

O Brasil precisa saber quem foram os responsáveis pelo atentado do Riocentro.

Lula, Bolsonaro, Moro e o atentado do Riocentro.

Lula vai ser solto?

Bolsonaro e o escândalo de Itaipu.

O historiador Marco Antonio Villa está diariamente das 7h às 8h  no “Jornal Primeira Hora” da Rádio Bandeirantes 92.1 FM/90.9 […]