Categoria: Política no Brasil

“A crise econômica tem nome: Paulo Guedes.”

Não é mais possível esconder o fracasso da política econômica do governo. As sucessivas quedas do índice Bovespa nas últimas semanas, a disparada do dólar – alcançando o maior valor nominal desde o plano Real -, o fracasso do leilão do pré-sal, a retirada de bilhões de dólares de investimentos estrangeiros – a maior desde a crise de 2008 -, a queda das reservas internacionais em apenas cinco meses no valor de 22 bilhões de dólares, a permanência de milhões de desempregados, são claras evidências que as projeções de crescimento da economia feitas em janeiro estavam absolutamente equivocadas

Dia da Consciência Negra: falar do racismo incomoda. Live 20/11/19.

Meu artigo publicado em 2009 na Folha de S.Paulo : “Saudades do barão”.

Tivemos o caso das refinarias da Petrobras na Bolívia, que foram tomadas abusivamente pelo governo local. Tivemos a insistência paraguaia impondo a revisão do tratado de Itaipu 15 anos antes do seu término. Tivemos as sucessivas violações do tratado do Mercosul realizadas pela Argentina e as abusivas medidas adotadas pelo governo equatoriano contra empresa brasileira.
A tudo isso o governo Lula assistiu passivamente. Não moveu um dedo.
O presidente Lula transformou o Itamaraty em uma espécie de Íbis, clube de futebol pernambucano celebrizado pelo número de derrotas.

Agora “AO VIVO” : Prof. Villa responde #3.

Toda quarta – feira às 18:30 no Canal do YouTube, facebook e Instagram. Envie sua pergunta no Twitter com a […]

Weintraub para falar da República e feminismo tem de voltar aos bancos escolares.

Weintraub iguala Deodoro da Fonseca a Lula.

Deodoro lutou 5 anos na Guerra do Paraguai. No conflito perdeu três irmãos. Nunca se envolveu em qualquer negociata. Morreu […]

Weintraub: demissão já!

Bolsonaro: sem partido, sem base congressual e sem Trump. Live 19/11/2019.

“Chega de radicalismo”. Meu artigo na Istoé.

Marco Antonio Villa O fracasso das manifestações do último dia 9 demonstra que o Brasil está cansado de radicalismo. O […]

1889: a República e o autoritarismo.