Bolsonaro usa nacionalismo para mascarar entreguismo das reservas indígenas para mineradoras americanas.

Entreguismo e nepotismo.
O próprio presidente afirmou que seu filho, Eduardo Bolsonaro, como embaixador em Washington facilitaria a entrega das terras das reservas indígenas ianomâmis para as mineradoras americanas.
Bolsonaro é seletivo na hora de entregar o Brasil: ele prefere os Estados Unidos.
A política entreguista e antinacionalista de Bolsonaro entra em atrito com a tradição nacionalista do Exército brasileiro.
O presidente foi o mentor intelectual das queimadas na Amazônia: desqualificou INPE, IBAMA e ONG’s.
“O Brasil conseguiu ao longo deste século construir uma imagem – com base em ações eficazes – positiva sobre a exploração da Amazônia. Não foi tarefa fácil. Contudo, em apenas alguns dias Jair Bolsonaro jogou tudo abaixo. Desconsiderou o trabalho científico na região, atacou o INPE – instituição científica de reconhecimento internacional -, desprezou a ação do IBAMA, transformou as ONGs que atuam na Amazônia em instrumentos de interesses estrangeiros (e responsáveis pelas queimadas!!), recusou a receber os recursos da Fundo Amazônia e incentivou a ocupação das terras indígenas por mineradores. Foi a maior ofensiva contra a Amazônia neste século. Não apresentou nenhuma prova sobre quaisquer das acusações. Usou e abusou de fake news. Transformou o nosso país em uma ameaça ao meio ambiente mundial ao associar o Brasil à devastação da Amazônia. Não se sabe quando deverá terminar a crise. Tudo indica que o período mais turbulento deva estar próximo do fim. Mas o dano à nossa imagem é irreparável.” Marco Antonio Villa.
Leia meu artigo publicado no Correio Brasiliense e Estado de Minas:

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