Greve em São Paulo, Léo Índio, Bolsonaro, censura no Rio de Janeiro , o agronegócio e Sérgio Moro.

Subsídios da prefeitura de São Paulo para as empresas de ônibus: R$2 bilhões e 600 milhões.

Locaute e quem paga são os menos favorecidos!

  • Estranhíssima greve de ônibus em São Paulo: locaute.
  • No liberalismo de fachada foi entregue praticamente para uma única família o transporte público da cidade de São Paulo, com um orçamento de R$2 bilhões e 600 mil !

Melhorou o transporte público na cidade?

Privatizar é a melhor solução?

Nesta caso foi privatizado para uma família que hoje tem o monopólio.

Valdevan Noventa deputado por Sergipe pelo PSC que estava preso,  foi quem negociou a greve sem “piquete” em São Paulo.

Marcelo Crivella ex-ministro da Dilma e inquisidor na Bienal do Rio.

A resposta da sociedade democrática já está em ação contra a censura do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella.

Bolsonaro não leu a Constituição: o Ministério Público é independente.

O presidente não pára de criar problemas com os nossos vizinhos, agora é com a Bolívia.

Para Bolsonaro a maior parte das queimadas ocorrem na Bolívia.

Esta semana agrediu Bachelet elogiando Pinochet.

Na Europa já atacou Brigitte Macron assim como o seu ministro da Economia, Paulo Guedes: ofensas gratuitas e covardes à uma mulher que não se enquadra aos padrões de beleza e de “idade” de Bolsonaro.

Todas as crises do governo Bolsonaro foram criadas por Jair Bolsonaro.

Agronegócio moderno quer posicionamento de Sérgio Moro sobre a Amazônia.

Deu na Folha:

“Representantes do agronegócio e ambientalistas querem posicionamentos e ações concretas de Sergio Moro, ministro da Justiça, contra o desmatamento ilegal e contra o roubo de terras públicas —a grilagem— na Amazônia.”

“Pensando nisso, nesta sexta (6), foi lançada a campanha “Seja Legal com a Amazônia”, que é assinada pela Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), AIPC (Associação das Indústrias Processadoras de Cacau), CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Imazon, Ipam, Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, SRB (Sociedade Rural Brasileira e Instituto Ethos.”

Confira: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/09/agronegocio-e-ambientalistas-cobram-acao-de-moro-contra-roubo-de-terra-na-amazonia.shtml

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