Live (24/07/2019):Hackers, FGTS, preço do gás, desigualdade social e o “comunismo” tropical.

O mistério dos hackers que tem de ser desvendados.
De onde veio o dinheiro que entrou na conta dos hackers?

– Qual a origem deste dinheiro?
– Teriam invadido o sigilo telefônico de mil pessoas.
– A teoria conspirativa de que a Rússia era responsável, revelou-se uma falácia.
– Segundo o site “Intercept Brasil” eles receberam de outra fonte os dados das conversas telefônicas.
– O ministro da Justiça está comemorando a prisão dos hackers.
– As conversas entre o então juiz Sérgio Moro e os procuradores continuam inapropriadas mesmo depois da prisão dos hackers.
– Estas conversas não invalidam a condenação de Lula.
– Temos de parabenizar a eficiência da Polícia Federal no caso dos hackers.
Mas e os casos do Rio de Janeiro?
– E os mandantes dos assassinatos de Marielle e de Anderson?
– Fabrício Queiroz continua desaparecido e tem de dar muitas explicações sobre Flávio Bolsonaro, quando deputado no Rio de Janeiro.

O governo Bolsonaro não tem projeto nacional para o país.
Mas afinal, em qual área existe um projeto de governo?

– O presidente Bolsonaro não consegue coordenar ações articuladas.
– Ministro da Economia Paulo Guedes, após a reforma da Previdência, tem algo a apresentar para alavancar a economia?
– Entraremos em recessão? Segundo o mercado, o Brasil vai crescer 0,8%.
– Nesse ritmo em 230 anos dobraremos a renda per capita, segundo o economista Afonso Celso Pastore.
– FGTS – importante na área dos investimentos para o “Minha Casa Minha Vida” e de saneamento básico.
Medidas populistas podem colocar em risco o FGTS.
O populismo é velha política.
Lula e Dilma já se serviram irresponsavelmente deste instrumento populista.
Demonstram o amadorismo do ministério da Economia.
Outra polêmica : o botijão de gás.
A compra do botijão poderá ser feita por quilos e não por botijão de gás completo.
Como será a segurança do vendedor de gás que poderá vender o gás a “granel.”?
E as milícias com o comércio de gás?
Estas notícias são apenas para ocupar espaço em um momento de recesso do Judiciário e do Legislativo.
Mas apenas refletem amadorismo.

Desigualdade, o outro nome do Brasil.

As disparidades sociais do Brasil criaram uma fratura enorme entre as classes.
Se tem desigualdade, precisa de uma ação do Estado.
Isto é papel do Estado.
O Estado arrecada.
Somos filhos do Iluminismo:
Vivemos em uma sociedade e temos compromisso com todos.
A pobreza passou a ser problema da sociedade, após a Revolução Industrial e a urbanização das cidades.
Não é e nem pode ser, um “salve-se quem puder.”
Rui Barbosa: compromisso com os problemas sociais.
Revolução de 1930: Proteção social e de assistência social.
A situação de miséria e pobreza devem ser afrontadas e vencidas.
A decadência evidente no Brasil fez aflorar um pensamento deslocado das questões sociais.
Rosângela Moro : “O assistencialismo é uma palavra que a gente tem que deixar para trás, tá? A política assistencialista, na minha visão, é uma política de sucesso se você tiver quanto menos pessoas dependendo dessa política”, opinou ela sobre o chamado terceiro setor.
Assistencialismo: política de intervenção para situações de extrema miséria a médio e longo prazo. Precisa de projeto e competência.
IPEA – Tem profissionais capacitados para traçar um projeto para o Brasil.
Será que Bolsonaro também vai destruir o IPEA?
Com pensamento voltado para ações sociais temos a figura do grande empresário Antônio Ermírio de Moraes.
Compromissado com a sociedade, um exemplo disto a sua dedicação ao Hospital Beneficiência Portuguesa.
Indicação de leitura: “Uma história de desigualdade. A concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 – 2013.” Pedro H. G. Ferreira de Souza. Prêmio ANPOCS 2017.

Brasil , país comunista?

– Os meios de produção NUNCA foram estatizados.
– Em qual país comunista existe o “impeachment”?
– Existência de propriedade privada.
Conhecer os conceitos é fundamental.
Atualmente existem pseudos líderes empresariais que classificam o Brasil como um país comunista.
Nenhum destes pseudos líderes estão minimamente à altura de Roberto Cochrane Simonsen, outro grande exemplo de empresário, autor de vários livros dentre os quais o de indispensável leitura:
“História Econômica do Brasil “

 

Deixe uma resposta

You have to agree to the comment policy.