Categoria: Política no Brasil

Você sabe o que é FASCISMO HISTÓRICO? AULA 09/09 às 20h no YouTube.

Não perca a aula nesta quarta-feira dia 09/09 às 20h  no Canal YouTube Marco Antonio Villa-Blog do Villa. Fascismo histórico: […]

Bolsonaristas usam da Constituição para impor a ditadura.

Meu artigo no Brazil Journal: “Bolsonaristas me processaram 22 vezes. Não vou me calar.”

Como todos sabem, sou um crítico contumaz e opositor convicto do atual governo, e me manifesto diariamente em meu canal no YouTube, hoje com mais de 500 mil inscritos.  Faço essas críticas com amor pelo meu país, e no mesmo tom e veemência com que acusei o Partido do Trabalhadores de assaltar o País quando estava no poder.
Agora, estou sendo objeto de assédio judicial dos bolsonaristas. São 22 ações em diversos estados do Brasil das regiões Nordeste, Sul e Sudeste. É uma perseguição explícita, um constrangimento com o claro objetivo de impedir que eu possa expor minhas opiniões sobre a conjuntura política brasileira. Mais ainda: é uma forma de censura pós-moderna, onde os inimigos do Estado democrático de Direito fazem uso dele para destruí-lo, para intimidar e calar quem defende a democracia, o ordenamento legal oriundo da Constituição de 1988.

Não passarão.

Como ainda não podem prender arbitrariamente, torturar, matar e desaparecer com os opositores políticos, os adeptos da barbárie bolsonarista, malandramente, querem que o Judiciário faça o papel que, em outros tempos, era realizado, em São Paulo, pelo DOI-CODI e o DOPS. Não é meramente acidental que Jair Bolsonaro tenha entre seus heróis um torturador, o coronel Carlos Brilhante Ustra, que comandou entre 1970-1974 o DOI-CODI, onde dezenas de brasileiros foram torturados e assassinados. 
Em 22 de maio, uma sexta-feira, Bolsonaro chegou a decidir, logo pela manhã, que fecharia o STF. Sim, fecharia o STF manu militare. Foi dissuadido por ministros mais próximos ao mandrião. 

Meu artigo na Istoé: “Bolsonaro e a conexão Rio-Brasília.”

É inegável que a estrutura estatal fluminense foi tomada por diversas organizações criminosas — e de vários matizes, tanto no campo ideológico, como também de origem, algumas vindo da política, outras do mundo do sagrado e, finalmente, àquelas que não esconderam sua matriz criminosa, como a dos milicianos.
Esta nefasta forma de exercício da política teve no Rio de Janeiro a sua mais perfeita tradução. O pior é que acabou sendo exportada para outros estados e, inclusive, chegou ao governo federal. Tem hoje no Palácio do Planalto a sua melhor criação, Jair Bolsonaro. Em outras épocas da nossa República seria inexequível imaginar um indivíduo — prefiro não o chamar de cidadão, porque aí teríamos de pensar o conceito que foi moldado em França a partir de 1789 — como Bolsonaro na chefia do Executivo federal. Todavia, a desmoralização da política como espaço privilegiado da pólis, conduziu a um processo de tomada do aparelho de Estado por interesses vinculados à marginalidade — no sentido sociológico. Deu no que estamos vivendo. A tarefa, hoje, é de retomar o Estado e reconstitucionalizar o Brasil.

Bolsonaro: o mandrião e a caterva.

Agende! Aula com o Prof. Villa dia 09/09 às 20h sobre o fascismo.

Participe. Será no Canal YouTube Marco Antonio Villa – Blog do Villa.

Existe fascismo no Brasil?

Marco Antonio Villa:”Estou sendo objeto de assédio judicial dos bolsonaristas”.

Entrevista Exclusiva do Prof. Villa com o promotor Deltan Dallagnol.

Deltan Dallagnol, promotor e ex-coordenador da Lava Jato: ”

“A impunidade gera a corrupção e a corrupção gera a impunidade: é um círculo vicioso.”

Na Live de hoje: “Bolsonaro é a crise.”

Live: Bolsonaro não é conservador, liberal ou populista. É reacionário