Categoria: Política no Brasil

Meu livro “Ditadura à brasileira” está de volta às livrarias em nova edição.!

“Está de volta às livrarias em nova edição um livro fundamental para a compreensão do Brasil de ontem e de hoje.
Em “Ditadura à brasileira”, Marco Antonio Villa apresenta um estudo para quem quer entender – e questionar- as peculiaridades do regime instaurado após o golpe de 1964.
Com seu estilo coloquial, direto e despojado, Villa desmistificava ditadura brasileira, narrando em seu livro a história desse período de maneira simples, objetiva, Clara e transparente.

Participação do Prof. Villa no Jornal da Cultura.

– Bolsonaro rasga a Constituição e transforma o torturador Ustra em herói nacional.
– Já estamos em recessão e Bolsonaro coloca em risco acordo comercial entre a União Européia e o Mercosul.
– Governo Bolsonaro é um fracasso na economia. E agora Paulo Guedes?
– O Brasil estagnado e Bolsonaro criando problemas com o Mercosul com suas declarações desastrosas sobre a “esquerdalha” na Argentina.
E os veículos que vendemos para a Argentina, vão encalhar?
– O deputado por São Paulo, Eduardo Bolsonaro, é desqualificado para a função de embaixador.
– Alcolumbre e seu interesse no CADE está ligado à pressa na indicação de Eduardo Bolsonaro como embaixador?

Live (14/08/2019): Bolsonaro, a Argentina e o cenário econômico internacional

Artigo do Prof. Villa no Correio Braziliense e Estado de Minas: “A crise tem nome: Jair Bolsonaro.”

A irresponsabilidade presidencial atingiu todas as esferas de governo. Todas, sem exceção. Como numa razia, atacou sem piedade as bases da estrutura estatal. Desmoralizou políticas públicas exitosas. Está isolando o Brasil frente à comunidade científica internacional. Não satisfeito, atrelou a nossa política externa aos interesses dos Estados Unidos. O Palácio do Planalto se transformou em puxadinho da Casa Branca. O Itamaraty perdeu autonomia. Hoje é uma simples repartição do Departamento de Estado norteamericano. Vociferou nestes dias contra a Alemanha, a França e a Noruega. Não satisfeito, resolveu atacar a Argentina, nossa mais importante parceira comercial no Mercosul.

Live 13/08/2019: Bolsonaro, Guedes, Argentina.

País estagnado e decepção com a economia.

E agora Paulo Guedes ? A capitalização foi um desastre no Chile.

A âncora da candidatura de Bolsonaro para o mercado era Paulo Guedes.

E para piorar, a estagnação econômica pode ser agravada por conflitos de Bolsonaro com nossos parceiros comerciais como a Argentina e a União Eropéia.

Brasil está se associando aos Estados Unidos com submissão.

Não há política industrial para o país.

O governo não tem projeto econômico para o Brasil e as oposições também nada tem a apresentar.

Enquanto isso a economia internacional deve crescer 3%. Isto significa que o nosso problema é interno.

Não adianta culpar o PT. Com Henrique Meirelles no governo Temer, o Brasil cresceu 1,1%.

Dois senadores pedem para o presidente calar a boca.
Deu no UOL:

“O presidente Jair Bolsonaro pode ajudar na aprovação da reforma da Previdência se ficar calado. Isso foi dito, nos últimos dias, por duas figuras centrais na tramitação do texto no Senado: o relator da proposta, Tasso Jereissati (PSDB-CE), e a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS).”

Bolsonaro fica calado e não responde à Tebet e Jereissati. Pois no momento depende do Senado para a aprovação da indicação de seu filho, Eduardo Bolsonaro como embaixador do Brasil em Washington.

Nepotismo.

Deu na Veja: O presidente Jair Bolsonaro reafirmou sua intenção de indicar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao posto de embaixador nos Estados Unidos. “Pretendo beneficiar um filho meu, sim”, disse Bolsonaro, em sua transmissão semanal ao vivo nas redes sociais. “Se eu puder dar um filé mignon para o meu filho, eu dou, sim”, acrescentou.

Repercussão das prévias eleitorais na Argentina: venceu o candidato peronista Alberto Fernández. Cada vez que Bolsonaro dá uma declaração negativa em relação ao candidato Alberto Fernández, ele desfavorece Mauricio Macri.

Comparação desastrosa de Bolsonaro entre a Argentina e a Venezuela. A Argentina vive em plena liberdade democrática e não é o caso da Venezuela.

Deu no Poder 360 : “Bolsonaro fala em ‘invasão’ argentina caso ‘esquerdalha’ vença eleição. E acrescenta: “A turma da Cristina Kirchner, que é a mesma de Dilma Rousseff, que é a mesma de Maduro, Chávez e Fidel Castro, deram sinal de vida aqui. Povo gaúcho, se essa esquerdalha voltar aqui na Argentina, poderemos ter, sim, no Rio Grande do Sul 1 novo Estado de Roraima”, disse, em referência aos refugiados que entram no Norte do Brasil por causa da crise na Venezuela.

Declaração de Alberto Fernández deixa claro que ele não é da “turma” do Maduro como acredita Bolsonaro.
Deu n’O Globo: “Candidato da oposição argentina acusa Maduro de liderar um ‘regime autoritário’.
Fernández menciona relatório da ONU sobre violações dos direitos humanos e diz que líder venezuelano não garante recuperação da institucionalidade.
Para sustentar sua afirmação, Fernández mencionou o recente relatório elaborado pela ONU e apresentado por sua alta representante em matéria de Direitos Humanos, a ex-presidente socialista do Chile Michelle Bachelet (2006-2010 e 2014-2018).
— É preciso recompor a institucionalidade na Venezuela e Maduro não a garante. Agora, a solução para a Venezuela não é correr atrás de (Donald) Trump — declarou Fernández.

Bolsonaro volta a falar de “cocô”.

Vulgaridades de Bolsonaro sobre o meio ambiente, ultrapassam todos os limites: Deu na Folha : “Cocozinho petrificado de índio barra licenciamento de obras, diz Bolsonaro. Presidente voltou a falar em cocô em evento oficial e repetiu recomendação para cagar menos”.
Deu na Folha :”Quanto mais calado Bolsonaro ficar, mais fácil se aprova a Previdência’, diz Tasso Jereissati. Relator da reforma no Senado vê tendência autoritária no presidente e diz que indicação de Eduardo para os EUA pode contaminar o cenário.”

Live (12/08/2019): Prévias na Argentina, Bolsonaro vira as costas para o Mercosul, vulgaridade do presidente continua.

Qual a posição do governo Bolsonaro frente às prévias na Argentina? Deslocada da realidade, pois não se pode comparar a Argentina com a Venezuela: as prévias foram feitas dentro da ordem, das leis, com ampla fiscalização, sem denúncias de fraude e com liberdade democrática. Sucessos econômicos da Argentina nada tem a ver com a tragédia economica chavista venezuelana. Comentários irresponsáveis de Bolsonaro colocam em risco parceria comercial do Brasil com a Argentina.

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “Bolsonaro cada vez mais autoritário”.

Bolsonaro vai continuar testando os limites das instituições. Pretende desmoralizá-las. Faz parte do seu projeto, ainda que rudimentar, destruir o Estado democrático de Direito. Sob essas ruínas, ele pretende erguer seu autoritarismo neofascista. Próximo de um delírio, essa iniciativa dificilmente irá obter êxito, ainda que no caminho leve o País à mais grave crise da história republicana.
O seu projeto é destruir a democracia. Pego em ilegalidades, assume ares de vítima.

Deltan Dallagnol poderá ser afastado do Ministério Público?

Marco Antonio Villa acredita que Senado não vai aceitar indicação de Eduardo Bolsonaro.