Categoria: Política no Brasil

Entre malucos e cachaceiros.Artigo do Prof. Villa no Correio Braziliense e Estado de Minas.

Já o governo consegue construir crises semanais. Todas geradas no seu seio. São autocrises. Caso único na nossa história política. E sempre por razões banais, pois o debate ideológico – como disse – inexiste. A disputa é para ocupar postos no interior da máquina do Estado. A sanha predatória é semelhante à do PT. Todos os cargos são desejados. O importante é ter o domínio de instâncias que poderão elaborar políticas públicas atendendo uma clientela extremista. E rápido.

Pergunte ao Villa #10

Governo e a autocrise; desta vez gerada pelo marginal da Virgínia e seus asseclas.

Brasil, oitava economia mundial, jogado à esta baixaria de twittadas de marginais e ignorantes?O marginal da Virgína ultrapassou todos os limites ao atacar o ex-comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas.Com oposição fraca e o PT desmoralizado, este governo, em apenas 4 meses, é protagonista, mais uma vez, de uma grave autocrise.Esta sucessão de autocrises ainda vai explodir o governo; no sentido de não mais possuir eficácia em sua ação política.Vivemos em um momento sombrio em que a autocrise virou conceito.O que será que pensam os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes desta última grave crise?

É inacreditável a linguagem baixa do marginal da Virgínia  ao se referir ao ex-comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas.

E o presidente da República chama o marginal da Virginia de guru?Como o marginal da Virgínia trata desta maneira um oficial do Exército das Forças Armadas que tantos serviços prestou ao Brasil?A que nível baixo o Brasil chegou?

Qual o papel do Brasil na crise da Venezuela?

Nossa Constituição é clara no que diz respeito à guerra, ou passagem de tropas estrangeiras em territorio nacional: é necessária a autorização do Congresso Nacional.Governos de Lula e Dilma legitimaram uma ditadura, e a venezuela deve uma fortuna ao BNDES.Por outro lado o governo Bolsonaro se divide em duas correntes na questao Venezuela:- Intervencionista e irresponsável representada por Ernesto Araújo e que se apoia em uma ideologia exótica que não visa a autonomia e os interesses nacionais do Brasil- E a corrente do vice-presidente Hamilton Mourao, que busca dentro da tradição do Barão do Rio Branco uma solução diplomática, levando em conta a soberania e os interesses nacionais do nosso país.Cabe ao Brasil continuar as negociações diplomáticas e aguardar um racha nas Forças Armadas da Venezuela.A tragédia de uma guerra civil na Venezuela, na fronteira norte do Brasil colocaria em risco a nossa Segurança Nacional.

Confira no Canal da jornalista Leda Nagle entrevista com o historiador Marco Antonio Villa.

Quando o Brasil perdeu o passo? Perdemos o passo mesmo tendo tido momentos brilhantes na História do Brasil do século […]

Artigo do Prof. Villa na Istoé: “Crise e incompetência”.

O país está parado. O primeiro trimestre, no campo econômico, foi perdido. O otimismo pós-eleitoral se desmanchou no ar. As expectativas criadas a partir do último bimestre de 2018 foram frustradas. Nada indica que o crescimento do PIB neste ano passe de 1,5%, mesmo com a aprovação da reforma da Previdência. O perigo é a contaminação de 2020. Neste cenário econômico teremos o primeiro biênio presidencial com resultados tímidos, próximos aos dos anos 2017 e 2018. Está descartada uma recuperação em ritmo acelerado. Lembrando que a economia internacional deve crescer neste e no próximo ano acima de 3%. Portanto, as razões para a paralisia são internas.

Intervenção externa americana é cartada perigosa e pode transformar a Venezuela em novo Vietnã.

A tragédia de uma guerra civil na fronteira norte do Brasil ameaça a nossa Segurança Nacional.A soluçao cabe e deverá ser encontrada pelos próprios venezuelanos.Países do grupo de Lima, do qual o Brasil faz parte devem continuar com as pressões diplomáticas para buscar uma saída negociada que evite a tragédia de uma guerra civil.

Renúncia Fiscal x Reforma da Previdência.

O Brasil caminha para a igualdade nos direitos e deveres de seus cidadãos?A Renúncia Fiscal é justificada para estimular desenvolvimento econômico por um determinado espaço de tempo.A sua permanência é intolerável e pode vir a se tornar um privilégio.A economia que se busca com as contas públicas com a Reforma da Previdência entra em choque com o que o governo não arrecada com a Renúncia Fiscal.Privilégios para alguns e sacrifícios para muitos?A Reforma Tributária encontrará resistência tanto quanto a Reforma da Previdência.

Pergunte ao Villa #9

O Prof. Villa responde aos questionamentos dos internautas de forma simples e bem humorada. Aqui a gente fala de tudo. […]