Um trecho do brilhante artigo publicado pelos procuradores Carlos Fernando dos Santos Lima e Diogo Castor de Mattos na Folha de S. Paulo de hoje: “O ministro Dias Toffoli, em apenas dois dias (segundo a Fundação Getúlio Vargas do Rio, o mesmo ministro leva em média 29 dias para analisar pedidos similares), sem oitiva do procurador-geral da República, concedeu habeas corpus em favor de Paulo Bernardo. Aplicou um salto duplo twist carpado nas duas instâncias inferiores, os juízes naturais competentes, e nos inúmeros outros habeas corpus das pessoas ‘comuns’ que esperam um veredito há muito mais tempo. (…) Essa decisão, infelizmente, mina a confiança da população na Justiça criminal.”

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