Rodrigo Janot, na introdução à delação premiada de Sérgio Machado: “Esse termo, conjugado com as conversas gravadas mantidas com o colaborador nos dias 23 e 24 de fevereiro e 10 e 11 de março com os Senadores Renan Calheiros e Romero Jucá e com o ex-Presidente José Sarney, mostra com nitidez que está em execução um plano, com aspectos táticos e estratégicos, para, no plano judicial, articular atuação com viés político junto ao Supremo Tribunal Federal em aspecto específico da Operação Lava Jato e, no plano legislativo, retirar do sistema de justiça criminal os instrumentos que estão na base do êxito do complexo investigatório. Os efeitos desse estratagema estão programados para serem implementados com a assunção da Presidência da República pelo Vice-Presidente Michel Temer e deverão ser sentidos em breve, caso o Poder Judiciário. ” (pp.3-4) Cinco observações:
1. Janot precisa urgentemente contratar um redator; 2. faz eco à interpretação petista do impeachment; 3. na delação, em termos concretos, não há qualquer fundamento para chegar a esta conclusão; 4. e Lula, está fora de todo esquema da Transpetro? 5. daí que prefiro nomeá-lo como Enganot.