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A discussão sobre o teto constitucional é importante. Mas, como pode ser comprovado no contracheque (ou hollerith, depende da região do país) do ministro, é um abuso receber em um mês R$ 118.412,27.
Navegando no site do STJ é possível encontrar remunerações de R$ 500 mil, R$ 600 mil, de vários ministros. Funcionários também receberam quantias estratosféricas.
Todas as remunerações tem base legal. Mas não é esta a questão. Elas são imorais. Principalmente no momento que se fala tanto em deficit público e na necessidade de reformas, entre as quais a Previdenciária (em tempo: há também ministros aposentados recebendo acima do teto constitucional).
Teto é teto. Nada de “vantagens eventuais” ou de “indenizações.” Salário é salário. E ponto final.

 

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